quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Viverão felizes para sempre?
Maison Ikkoku é mais uma obra criada por talvez a Mangaka japonesa mais conhecida internacionalmente, Rumiko Takahashi, que escreveu entre outras obras InuYasha (transposto para Anime, que passa no AXN), ou Urusei Yatsura (cuja transposição para Anime também passou em Portugal, mais precisamente na Sic Radical com o nome de Lum), sendo esta a sua segunda obra feita entre 1980 e 1987. Maison Ikkoku é o nome de uma Pousada governada por uma jovem viúva, Kyoko Otonashi e a estória desta banda desenhada começa quando esta chega à pousada e segue em seguida as aventuras e desventuras dela com os seus hóspedes, e em especial a sua relação com um jovem estudante, Yusaku Godai. Quem conhece as obras de Takahashi já deverá ter percebido então o que acontece nos 14 volumes desta obra: Kyoko e Godai na realidade apaixonam-se mas recusam-se a aceitar essa mesma paixão. Como acontece com as outras obras da autora, a acompanhar o casal existe mais uma panóplia de personagens
que mais não faz do que criar o caos na relação entre os dois, quer afastando-os, que juntando-os de novo e todos eles mais loucos que a personagem anterior (e assim aproveitando para colocar o tom ainda mais cómico à relação esquizofrénica das duas personagens principais. De todas as personagens as que mais se destacam são os outros hóspedes da Pousada que só pensam em Festas e em se embebedar ou o Professor de ténis de Kyoko, Shun Mitaka que se torna no rival de Godai. Deverão haver alguns detractores de Rumiko Takahashi a acusar-lhe de utilizar sempre a mesma fórmula na construção das suas obras, e esta obra prova essa mesma acusação (embora seja cronologicamente apenas a sua 2ª obra). No entanto toda a estória está (como acontece com a generalidade de todas as suas obras, e é essa a razão da autora ser praticamente a única mulher conhecida a desenhar Manga ... e já o faz há mais de 30 anos) muito bem construída a fazer com que o leitor se divirta ao ver as aventuras dentro desta Pousada e esteja à procura se será no próximo capítulo (ou volume) que finalmente Kyoko e Godai admitem que gostam um do outro e se procuram juntar. Para quem estiver interessado poderá tentar encontrar a distribuição já algo antiga que a Viz, uma das principais ditribuidoras norte-americanas de banda-desenhada japonesa, fez já há alguns anos.
Para quem estiver interessado o vosso Ronin "trataria" de 8 em 10 pessoa pelo amor entre estas duas personagens.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Continuam em forma ...
O vosso ninja quando era mais novo (não na sua infância, já que como sabem o ninja já tem mais de 400 anos) adorava os Looney Tunes. E, embora a personagem favorita fosse o Buggs Bunny, tinha um especial apreço também pelas curtas do Coyote a tentar (e a sofrer a) apanhar o RoadRunner (ou Bip Bip para os amigos). Parece que surgiu a nova geração destes bonecos. Este pequeno vídeo chama-se "Coyote falls" e é o primeiro de três já prometidos com as velhas personagens. Vejam e deliciem-se:
Vezi mai multe din Funny pe 220.ro
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Será para o ano ...
Um dos acontecimentos do próximo ano para o ninja será com certeza este filme (que será, com certeza, o oposto de este: enquanto um é electricidade pura, o outro deverá ser apenas calma). É o novo filme de Terrence Malick, o mestre que em 40 e poucos anos de carreira faz apenas o seu 5º filme, mas que nunca errou, parece que cada filme seu é melhor, mais bonito que o outro. O ninja apesar de adorar todos eles gosta mais de A barreira invisível, mas depois isso depende do gosto de cada um. De qualquer forma deliciem-se já com o trailer que já saiu nos EUA do seu próximo filme, Tree of Life. Vejam... Deliciem-se ... E fiquem a aguardar pela estreia. O Ronnin sabe que vai fazer isso.
O hype tem razão de ser
Foi a semana passada que se estreou quase sem se dar por ele um dos "acontecimentos" do ano. Claro que o Hype do filme existiu apenas nos EUA e cá ninguém ligou patavina. Até porque nos EUA o filme também acabou por ser um meio flop, ou não fosse mais do que tudo um fenómeno da Internet, como tinha acontecido por exemplo a Serpentes a bordo (alguém se lembra desse filme... pois também parecia ao vosso samurai).Mas não falemos disso ...Scott Pilgrim contra o mundo é claramente de outra liga, e o ninja acredita que muito provavelmente se tornará mais tarde um filme de culto, como acontecera anteriormente com as outras obras do realizador inglês Edgar Wright (Shaun of the Dead, Hot Fuzz, e a excelente série Spaced, que até já passou há uns anos pela Sic Radical). E sendo o primeiro filme deste realizador inglês nos EUA, pode-se dizer que entrou com o pé direito, não se espalhando como acontece com muito boa gente no "Santo Graal" que são os EUA. E Edgar tinha tudo para se espalhar: pegar num comic já com algum sucesso, ir buscar actores que não vendem muito ainda para os papeis principais(mas também eles com algum culto à sua volta) e escolhendo para actor principal um actor acusado de fazer sempre o mesmo papel,
Michael Cera (e verdade seja dita, Cera faz o seu papel de sempre). Mas não se espalhou e ainda bem: Scott Pilgrim é a estória de um jovem baixista de uma banda que ficou destroçado depois de perder a sua namorada, que o abandonou por um outro baixista e pela fama da sua própria banda. Só que encontra Ramona nos seus sonhos, apaixona-se por ela, e para a conquistar, ficando com ela terá de lutar contra os seus 7 ex-namorados (e namoradas - parece que Ramona teve a sua fase lésbica) maus. E pensam vocês assim depois de lerem esta pequena síntese sobre o filme: - Ah, então é um filme romântico. O Scott luta pelo seu amor. Ou talvez não. Se calhar é um filme de acção - vão haver muitas pelo menos 7 lutas no filme de ele contra os 7 ex-namorados maus (e não esquecer a namorada...).
Se pensaram isso estão certos e estão errados: é verdade que tem muita acção e tem algum romance, como aliás tem também alguma comédia (e música que é importantíssima no filme), mas depois é tudo misturado numa amálgama que resulta devido à sua estranheza. É claro que irá haver muita gente que vai ver e que não irá gostar: o ronin até vos pode dizer que das 8 pessoas que foram ver o filme (sim... éramos assim tantos!!!), houve uma que aos 20 minutos do filme estava já a sair. Para ajudar existem por todo o filme várias referências do Universo Pop a nível de música e jogos de computador (o ninja encontrou finalmente alguém a vestir a famosa t-shirt preta a dizer Zero além de Billy Corgan!), por isso todos os Nerds parece que estão também convidados para o filme (Finalmente há um filme a sério para vocês ou julgavam que ficariam para sempre com coisas como Revenge of the Nerds?). Há também as personagens, todas elas bem conseguidas, existindo uma mistura perfeita entre algumas mais calmas e outras mais eléctricas (vide as duas rivais por Scott Pilgrim: Knives Chau VS. Ramona), mas todas elas sempre muito irónicas e até um pouco cínicas para tudo o que as rodeia, com especial destaque para o excelente Kieran Culkin (sim o irmão mais novo do puto do Sozinho em casa) a fazer de companheiro de quarto gay (sim o samurai esqueceu-se de dizer que Scott Pilgrim dorme no mesmo quarto e na mesma cama!!! que um amigo seu gay,).Por último e para o caldo ficar perfeito é filmado tudo como se fosse um jogo de computador gigante (mais uma para vocês nerds. Não faltem!!). Não se esqueçam assim de ver este filme genial e de jogar também, o ronin sabe que o fez (ou será que não? e que o velho ninja já está a confiundir isto tudo: vejam/joguem... em suma divirtam-se com Scott Pilgrim contra o mundo, não ficarão desiludidos).
Michael Cera (e verdade seja dita, Cera faz o seu papel de sempre). Mas não se espalhou e ainda bem: Scott Pilgrim é a estória de um jovem baixista de uma banda que ficou destroçado depois de perder a sua namorada, que o abandonou por um outro baixista e pela fama da sua própria banda. Só que encontra Ramona nos seus sonhos, apaixona-se por ela, e para a conquistar, ficando com ela terá de lutar contra os seus 7 ex-namorados (e namoradas - parece que Ramona teve a sua fase lésbica) maus. E pensam vocês assim depois de lerem esta pequena síntese sobre o filme: - Ah, então é um filme romântico. O Scott luta pelo seu amor. Ou talvez não. Se calhar é um filme de acção - vão haver muitas pelo menos 7 lutas no filme de ele contra os 7 ex-namorados maus (e não esquecer a namorada...).
Se pensaram isso estão certos e estão errados: é verdade que tem muita acção e tem algum romance, como aliás tem também alguma comédia (e música que é importantíssima no filme), mas depois é tudo misturado numa amálgama que resulta devido à sua estranheza. É claro que irá haver muita gente que vai ver e que não irá gostar: o ronin até vos pode dizer que das 8 pessoas que foram ver o filme (sim... éramos assim tantos!!!), houve uma que aos 20 minutos do filme estava já a sair. Para ajudar existem por todo o filme várias referências do Universo Pop a nível de música e jogos de computador (o ninja encontrou finalmente alguém a vestir a famosa t-shirt preta a dizer Zero além de Billy Corgan!), por isso todos os Nerds parece que estão também convidados para o filme (Finalmente há um filme a sério para vocês ou julgavam que ficariam para sempre com coisas como Revenge of the Nerds?). Há também as personagens, todas elas bem conseguidas, existindo uma mistura perfeita entre algumas mais calmas e outras mais eléctricas (vide as duas rivais por Scott Pilgrim: Knives Chau VS. Ramona), mas todas elas sempre muito irónicas e até um pouco cínicas para tudo o que as rodeia, com especial destaque para o excelente Kieran Culkin (sim o irmão mais novo do puto do Sozinho em casa) a fazer de companheiro de quarto gay (sim o samurai esqueceu-se de dizer que Scott Pilgrim dorme no mesmo quarto e na mesma cama!!! que um amigo seu gay,).Por último e para o caldo ficar perfeito é filmado tudo como se fosse um jogo de computador gigante (mais uma para vocês nerds. Não faltem!!). Não se esqueçam assim de ver este filme genial e de jogar também, o ronin sabe que o fez (ou será que não? e que o velho ninja já está a confiundir isto tudo: vejam/joguem... em suma divirtam-se com Scott Pilgrim contra o mundo, não ficarão desiludidos).terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Imperdível.. Zooey a gritar e muito!!
O ninja reparou nesta bonita rapariga (quem pode dizer não àqueles olhos?) quando esta entrou em Elf e mais tarde em À boleia pela galáxia. Mais tarde M. Ward criou com ela a banda She & Him , do qual já existem dois álbuns e sendo o 2º um dos bons álbuns deste ano. Mas não estando contentes, agarraram-se ao clássico de Screamin' Jay Hawkins I put a spell on you e fizeram uma cover para uma compilação do Starbucks (sim a cadeia de lojas de cafés com esse nome tem compilações). E foi essa cover que foram tocar no programa do grande Conando. O vosso samurai já sabia que ela se safava a representar e a cantar. Aqui se pode ver como ela grita e se aguenta. Vejam e deliciem-se
Talvez o melhor filme alguma vez feito com Steven Seagal!!!
Robert Rodriguez continua na sua demanda de fazer filmes para não se levar a sério. E continua a fazer filmes a homenagearem os filmes de série Z antigos que passavam nos drive-ins e que eram tão maus que acabavam por ser bons. É o caso de Machete, onde a sua ideia parte de Grindhouse, que tinha sido dividido em dois filmes um dele (Planet Terror) e outro de Quentin Tarantino (Death Proof). Aquando dessa ideia tinham sidos feitos vários trailers de outros supostos filmes, feitos por amigos dos dois realizadores (Rob Zombie e Eli Roth - sim esse mesmo, o Bear Jew de Sacanas sem leis, entre outros). De todos os trailers talvez o que teve mais sucesso foi um feito pelo próprio Rodriguez de nome Machete, representado pelo seu primo Danny Trejo. Machete tinha de ser feito ... e foi o que aconteceu. E chegamos a 2010 com Machete feito e o que se pode dizer?
É tudo o que se estava à espera para quem se quer divertir e ver algo para se rir durante hora e meia. Quem quer ver algo sério por favor não veja este filme !!(alguém pode levar a sério um filme com o nome de uma faca e onde entre outras coisas se faz dos intestinos de alguém uma corada para passar de um andar de um edifício para outro?). A estória como não haveria de ser é muito simples: Machete é um ex-polícia mexicano que foi traído, e que passados alguns anos depois dessa traição aparece no meio duma conspiração onde os mexicanos são tratados como carne para canhão dum governador e é prevista a construção duma vedação para não os deixar entrar nos EUA. E nessa conspiração mais uma vez Machete quase morre, mas desta vez vai-se vingar com a ajuda precisamente dos mexicanos e duma polícia. Por isso tremam maus!!! Ele chegou e vai matar tudo o que se puser à sua frente!!!
Além do filme em si, quem o for ver (o ninja sabe que é uma redundância, mas acompanhem-me por favor), pode-se divertir a ver actores que quase se julgava mortos ou que sempre entraram em filmes maus/muito maus (Jeff Fahey!!! Don Johnson!!!, Steven Seagal !!!, Cheech Marin!!!), e há, claro, a famosa cena onde Jessica Alba aparece nua no chuveiro (que se sabe ter sido feita por computador, mas o isco foi lançado por isso é só mordê-lo por favor). Por último há Robert De Niro, que já há muito tempo não se deveria divertir tanto (por incrível que pareça dos últimos anos as únicas coisas que o vosso masterless samurai se lembra dele é onde ele faz caricaturas e se parece divertir com isso, aqui e em Stardust), e Lindsay Lohan a fazer de junkie e/ou freira.
Além do filme em si, quem o for ver (o ninja sabe que é uma redundância, mas acompanhem-me por favor), pode-se divertir a ver actores que quase se julgava mortos ou que sempre entraram em filmes maus/muito maus (Jeff Fahey!!! Don Johnson!!!, Steven Seagal !!!, Cheech Marin!!!), e há, claro, a famosa cena onde Jessica Alba aparece nua no chuveiro (que se sabe ter sido feita por computador, mas o isco foi lançado por isso é só mordê-lo por favor). Por último há Robert De Niro, que já há muito tempo não se deveria divertir tanto (por incrível que pareça dos últimos anos as únicas coisas que o vosso masterless samurai se lembra dele é onde ele faz caricaturas e se parece divertir com isso, aqui e em Stardust), e Lindsay Lohan a fazer de junkie e/ou freira.
Por isso já sabem, se quiserem ver muitos corpos trucidados e muita tinta a fazer de sangue, misturada com algum sexo (ou não fosse inspiurado em filmes de série Z) divirtam-se a ver, se não não vale a pena. Entretanto para os ferrenhos de Machete o filme promete já uma surpresa (ou serão duas?) Machete Kills e Machete Kills Again. O ronin sabe que vai ver... Sempre gostou dos mais fracos e Machete é um símbolo deles (E depois até o vosso samurai tem medo de contrariar o musculado/tatuado Danny Trejo.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Está quase ..
Parece estar quase pronta nos EUA uma série que o ninja não quer perder. É verdade que não tem nada a ver com o meu país, mas tem guerreiros (muitos), inclui também lobos e o vosso samurai sempre gostou muito desse animais, e parte da Estória fantástica de George RR Martin (que ainda não acabou nem se sabe quando isso sucederá). Para juntar a tudo isto é feito pela HBO que raramente falha no que diz respeito a séries de televisão Eis Game of Thrones: O que vocês acham deste Trailer?
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Grande espectáculo!!!
O fim-de-semana passado do vosso humilde samurai foi concorrido. Depois de um concerto no Sábado eis que na Segunda o ninja foi a outro, desta vez para ver o grande Neil Hannon, líder dos Divine Comedy. E mais do que um concerto foi um espectáculo de grande qualidade, com Neil a estar em grande forma, sempre com uma piada pronta a dar e quase sempre certeira. Apareceu em palco sozinho, e bem vestido como é seu apanágio, para tocar várias canções só ao piano ou com guitarra. Foi dividindo as canções por toda a carreira da banda, mas como é óbvio com especial destaque para o álbum deste ano Bang goes the Knighthood. Sendo os Divine Comedy (ou deveremos dizer Neil Hannon, já que tudo parte dele) conhecidos pelos seus muitos arranjos as canções tocadas apenas ao piano pareciam alguma vezes estar despidas. Por outro lado o piano é um instrumento muito particular e todas elas acabaram por ganhar uma grande beleza. E como Neil Hannon disse no principio do espectáculo ele andou a preparar-se para os concertos por isso estava a tocar muito bem.
Mas mais que as canções, que são todas muito boas, o espectáculo foi mesmo o mister Neil, sempre simpático, conversador a meter-se com o público e quase sempre certeiro, dando-se ao luxo de gozar consigo próprio quando se enganava ou de cantar clássicos da década de 80 como Blue monday (aproveitando uma parte da letra de At the Indy Disco) ou Don't you want me, baby (cantando inclusive com falsete os versos femininos da canção) ou chamando Cathy Davey que tinha feito a primeira parte para cantarem em dueto um outro clássico, este mais antigo Only have eyes for you (e o ninja acredita que muita gente gostaria de dizer esta frase quer à parte masculina quer à parte feminina do dueto. O ronin pelo menos não se importava de dizer isso à parte feminina).
Como devem ter percebido o samurai acha que foi um grande concerto. Só pede agora que venham proximamente os Divine Comedy e não a one man band spectacle que é o grande Neil. Pode ser que dessa vez Absent friends, que o ninja adora tenha mais canções cantadas, já que desse álbum Neil só aproveitou Our Mutual Friend. Quanto à primeira parte Cathy Davey não é que o concerto tenha sido mau mas. Ela tem uma boa (ou bonita) presença, isso não há dúvida. Tem também um boa voz (faz lembrar ao ninja a grande Emiliana Torrini - sim a da banda -sonora do Lord of the Rings - The Two Towers), mas falta-lhe um coisa, canções que ainda são a coisa mais importante na Música, embora por alguns sucessos às vezes não parece.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Soube-me a pouco...
Um dos melhores cantautores portugueses decidiu apresentar no passado fim-de-semana na Culturgest os esquissos do que será o seu próximo álbum, dando o nome ao espectáculo de Final de Rascunho por óbvias razões. O ronin foi assistir ao concerto de Sábado e saiu um pouco desapontado. Não é que o concerto tenha sido mau, mas soube a pouco ao samurai (embora tenha sido tocada essa grande canção do Ligação Directa, que é quase de certeza em minha honra). Como estava prometido o concerto foi essencialmente para apresentar o que será o próximo álbum ou seja essencialmente canções inéditas (duas já eram conhecidas: Faz parte, que já tinha sido cantada no espectáculo do ano passado no Campo Pequeno com Fausto e José Mário Branco e a excelente Bomba-relógio, que tinha sido escrita para o último álbum de Cristina Branco e que apareceu agora com nova roupagem neste espectáculo e mais completa), com o acompanhamento de alguns clássicos e êxitos da sua obra. A acompanhá-lo além dos Assessores, a sua banda que o acompanha há já algum tempo estiveram Bernardo Sasseti e António Sérginho que deram mais qualidade ao espectáculo. As novas canções parecem seguir a peugada do ultimo trabalhos de Sérgio Godinho, o que não é necessariamente uma má noticia, mas infelizmente a voz já parece começar a faltar. De qualquer maneira quem foi na noite de Sábado à Culturgest viu um bom concerto e ouviu das melhores canções escritas em Português acompanhadas por algumas imagens preparadas por André Godinho, e houve a boa ideia de passar no ecrã as letras das novas canções e a ajudar não esquecer que o concerto foi numa das melhores salas da capital. Claro que houve encores (qual é actualmente o concerto onde não há?), com o primeiro a fazer o ninja relembrar a sua infância e o segundo a deixar Sérgio Godinho a sós com uma guitarra, não havendo melhor forma de acabar o concerto. Apesar de isto tudo soube a pouco ao vosso samurai o concerto.
Subscrever:
Comentários (Atom)







