sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O que irá Paulo Portas fazer?
O vosso sempre disponível velho Ronin admite que está curioso para ver como Paulo Portas irá reagir a esta notícia? É que por um lado quem foi apanhado a roubar foi um candidato pelo CDS - PP, mas por outro sempre pode tentar fazer com que o criminoso deste caso não tenha mais direitos que os polícias. É que ainda por cima o candidato apanhado até é de etnia cigana (Ah, o horror! a tragédia! O raio dos ciganos só dão problemas, ó Paulinho. Tu bem queres não te encontrar com eles nas feiras.)
domingo, 20 de setembro de 2009
O gato do piano
Tenho de admitir que para um país que foi formado por criminosos a Austrália até tem coisas bastantes boas. Vejam esta bela curta de animação narrada por Nick Cave. Quando é que passam isto para uma longa?
Etiquetas:
Austrália,
curtas de animação,
Nick Cave
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
No meu país só dizem sobre este filme Kawaiiii (Que engraçado)!!!
O velho ninja não resistiu a ver mais uma vez Ponyo à Beira-mar, e acha que o mestre Miyazaki continua em forma. Não é claramente o melhor filme dele, mas não deixa de um grande filme, mostrando numa altura em que, principalmente, a partir da animação norte-americana quase tudo feito por computador (não que seja mau), a animação manual não perdeu o seu fulgor. Como eu tinha referido aquando da sua estreia é talvez o filme mais infantil que Miyazaki fez desde Majo no Takkyûbin (Kiki's delivery service). Isso talvez aconteça porque ele foi à pouco tempo avô (aliás ele próprio já referiu que escreveu esta estória para poder contar às crianças e ao seu neto em especial). No entanto a principal temática deste grande autor continua nesta estória: a luta entre a Natureza e a Modernidade.Em quase toda a sua obra este autor procura mostrar que embora a Modernidade possa ser importante para dar algum conforto ao ser humano é preciso ter algum cuidado com ela para que não destrua a Natureza, que é bastante mais importante para nós. Há quem considere este filme como a versão japonesa a A pequena sereia e, embora tenha algumas semelhanças essa afirmação não é totalmente correcta. Ele conta e estória de Sosuke um rapazinho de 5 anos que vive no cimo dum monte, e que num dia antes de ir para o jardim-de-infância decide ir à praia e encontra um peixinho muito engraçado. Na realidade esse peixinho não é mais do que Ponyo, filha de uma deusa do mar e dum feiticeiro. A partir daqui nasce uma estória de amor entre os dois, com a pequenina Ponyo a desejar a partir daí tornar-se humana e Sosuke a acabar por descobrir, em conjunto com a sua mãe, que Ponyo (ou Brunilde, seu verdadeiro nome) não é um peixe normal. Durante esta estória há várias peripécias pelo qual passam os dois devido ao problema que entretanto arranjaram (só vendo o filme é que se percebe esta afirmação, eu sei. Mas assim os meus poucos leitores perdem a magia de ver o filme e é isso que o velho ronin que que aconteça.), mas acaba por correr tudo bem, com quase todas as personagens a conseguirem os seus intentos. O velho samurai como já deu para perceber gostou do filme. É verdade que é muito infantil, mas quem não gosta de ver magia tão bem feita como aquela produzida pelo velho Miyazaki? Depois de ver este filme constata-se a razão pela qual John Lasseter (principal responsável da Pixar, autor dos 2 Toy Story) tem uma admiração tão grande por ele. Por útimo de referir a excelente banda-sonora feita, como sempre, pelo génio Joe Hisaishi e que não tem nenhuma falha,sempre muito infantil, mas também sempre tão bela (algo que ele também faz sempre nas suas bandas-sonoras para outro grande autor japonês (Takeshi Kitano). Ainda por cima não estamos nos Estados Unidos e por isso não levamos com a canção feita pela Disney para acompanhar o final do filme (Que pena! Estou claramente desapontado com isso!) cantada por essas grandes vedetas que são Noah Cyrus e Frankie Jonas.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Um documentário que o ronin quereria ver ...
Um documentário que mostra a cena musical de Tóquio. Quero ver, já que há muitas coisas totalmente diferentes entre si na música daqui. Entre outros tem lá Shugo Tokumaro e NiSenNenMondai, ou seja muito boa música vinda da gloriosa nação do sol nascente:
Live From Tokyo Trailer from Lewis Rapkin on Vimeo.
sábado, 12 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O que raio é isto?
Dos autores de obras como Machine Girl ou Tokyo Gore Police Team chega-nos esta loucura para estrear num televisão japonesa (e eu pergunto-me como é que isto vai estrear numa TV perto de nós). Chama-se de Ancient Dogoo Girl e o vosso fiel samurai admite que não percebe nada do que está a acontecer para ali (mas tem peixes gigantes e muitos close-ups aos decotes da Rapariga Dogoo - os seu seios parecem ser uma boa arma; o samurai nos seu tempos nunca lutou contra ninguém assim). Será o novo Ultraman? Ou um novo tipo de Power Rangers? O vosso fiel ninja quer saber sobre o que acham desta loucura!!
O homem fez os Ghost in the Shell; não pode ser mau!
Armas! Bonitas mulheres orientais! Novo filme de Mamoru Oshii! Aqui está o teaser dele! Contem comigo para o ver!
Mais uma estória de detectives
Como prometi aos meus amos fui na passada quinta-feira ver o Tantei Monogatari (Detective story) ao MotelX deste ano, um dos últimos filmes de Takashi Miike. Filme de 2007 conta a estória de dois vizinho que têm o mesmo nome (e com os mesmos caracteres chineses): Raita. Graças a descobrir isso um deles, que é detective e antigo polícia agarra-se que nem lapa ao outro, que trabalha numa empresa de electrónica. Entretanto começam a haver alguns assassínios e o detective através de algumas pistas que se encontraram passa a ser o principal suspeito da policia. A narrativa do filme segue o detective a tentar descobrir o verdadeiro culpado e a fugir da polícia com a ajuda dos seus empregados e do desgraçado Raita (o outro). Como se pode ver este filme tem uma narrativa bastante simples e nada original. Miike optou por utilizar muitas situações de comédia, principalmente de situação, para fazer o filme. Claro que tem também algumas imagens gráficas como é apanágio dele (ou não fosse ele o realizador de filmes como Koroshiya 1 - Ichi, o assassino, os três Dead or alive , ou Oudishôn - Anjo ou demónio). O velho ninja gostou do filme: embora tenha uma estória banal com um argumento simples, passa-se bem a hora e 40 minutos do tempo do filme.
sábado, 5 de setembro de 2009
A História assim teria muito mais piada, meu!
Começa o filme e ao ouvirmos o que está a dar perguntamo-nos: mas isto não é um filme passado na 2ª Guerra, é que este som parece ser de um Western Spaghetti? E não é que o filme tem mais deste género de filmes do que de guerra. Mas é normal, afinal estamos a falar do novo filme de Quentin Tarantino, que para variar mistura muitas das suas referências para construir o filme. O velho samurai já foi ver e gostou do filme, que volta a ter excelentes diálogos entre várias personagens, como acontece em todos os filmes deste auteur que consegue transformar "o lixo" em arte. Como já acontecera no passado com alguns dos seus filmes também neste a estória do filme se divide em vários capítulos que podem, ser vistos como indo em crescendo até ao culminar da narrativa principal. Essa narrativa conta a estória da vingança duma rapariga judia para com os alemães por estes lhe terem assassinado a família (ok, não é original sequer nele, já no Kill Bill havia vingança duma personagem feminina, mas este Ronin perdoa-te. Afinal estas "vinganças" femininas são algo recorrente em muitos dos filmes japoneses que vistes quando trabalhavas naquela loja de vídeo, pá). Assim os "sacanas" do título acabam por ser personagens secundários no filme, notando-se até muitas vezes por ser o "comic relief" do filme (e há cenas com eles em que parece que estamos a ver o Allo, Allo e isso só pode ser bom). De referir ainda que isto embora se passe na 2ª Guerra Mundial e tenha personagens reais, é uma estória totalmente ficcionada, um pouco What if?, e se isto acontecesse, podemos dizer que o final da 2ª Grande Guerra teria muito mais piada (no Ocidente, que a parte do Pacífico não é para aqui falada) .Destaque, como acontece em quase todos os filmes de Tarantino para a banda-sonora, desta vez com a maioria das músicas a serem do mestre Ennio Morricone, que juntamente com a quantidade de anti-heróis e accões estapafúrdias deles nos fazem colocar este filme nos Westerns Spaghettis. Destaque também para a interpretação de Cristoph Waltz que tem dos melhores diálogos no filme e que nos faz querer com o seu carisma que apesar de ser mau como as cobras o gajo até deve ser o que se deveria escapar da vingança dos judeus e de Shosanna em particular. E com tantas trocas e baldrocas e motivos de interesse no filme as 2 horas e meia passam-se rapidamente com todo o público a pensar "Então, mas isto já acabou?". Como acho que já perceberam, o vosso venerável ninja aconselha vivamente este filme.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Começa amanhã
O velho ninja irá lá estar na quinta-feira para ver o Detective Story
do seu compatriota Miike, mas há mais filmes de qualidade. O vosso humilde
Ronin é que não poderá ver.
Subscrever:
Comentários (Atom)




